Covarde é aquele que desperta o sentimento de uma mulher sem interesse de amá-la !

quarta-feira, 9 de março de 2011

Milton Santos {trabalho}

Yves Lacoste {trabalho}

Milton Santos

Milton Almeida dos Santos (Brotas de Macaúbas, 3 de maio de 1926 – São Paulo, 24 de junho de 2001) foi um geógrafo brasileiro. Apesar de ter se graduado em direito, Milton destacou-se por seus trabalhos em diversas áreas da geografia, em especial nos estudos de urbanização do Terceiro Mundo. Foi um dos grandes nomes da renovação da geografia no Brasil ocorrida na década de 1970.
Milton Santos nasceu no município baiano de Brotas de Macaúbas em 3 de maio de 1926. Ainda criança, migrou com sua família para outras cidades baianas, como Ubaituba, Alcobaça e, posteriormente, Salvador. Em Alcobaça, com os pais e os avós maternos (todos professores primários), foi alfabetizado e aprendeu álgebra e a falar francês.
Aos 13 anos, Milton dava aulas de matemática no ginásio em que estudava, o Instituto Baiano de Ensino. Aos 15, passou a lecionar Geografia e, aos 18, prestou vestibular para Direito em Salvador. Enquanto estudante secundário e universitário marcou presença na militância política de esquerda. Formado em Direito, não deixou de se interessar pela Geografia, tanto que fez concurso para professor catedrático no Colégio Municipal de Ilhéus. Nesta cidade, além do magistério desenvolveu atividade jornalística, estreitando sua amizade com políticos de esquerda. Nesta época, escreveu o livro Zona do Cacau, posteriormente incluído na Coleção Brasiliana, já com influência da Escola Regional francesa.
Em 1958, concluiu seu doutorado na Universidade de Strasburgo, na fronteira da França com a Alemanha. Ao regressar ao Brasil, criou o Laboratório de Geomorfologia e Estudos Regionais, mantendo intercâmbio com os mestres franceses. Após seu doutorado, teve presença marcante na vida acadêmica, em atividades jornalísticas e políticas de Salvador. Em 1961, o presidente Jânio Quadros o nomeia para a subchefia do Gabinete Civil, tendo viajado a Cuba com a comitiva presidencial - o que lhe valeu registro nos órgãos de segurança nacional após o golpe de 1964.[1]

 

Yves Lacoste

Yves Lacoste (Fez, 1929) é um geógrafo e geopolítico francês. Lançou no início de 1970 a revista Hérodote, que nos últimos trinta anos procurou revelar a face oculta da Geografia, isto é, seu caráter político. Contribui com obras críticas e inovadoras, como La géographie, ça sert, d'abord, à faire la guerre ("A Geografia serve, em primeiro lugar, para fazer a guerra") para uma discussão do conceito da geografia política e geopolítica, especialmente na França.[1]
Yves Lacoste nasceu em Fes em 1929. Entre 1947 e 1951 completou o curso de Estudos Superiores de Geografia na Sorbonne.
Em 1948 aderiu ao Partido Comunista Francês e se ligou, então, a numerosas personalidades de movimentos nacionais argelinos. A partir de 1952 passou a lecionar História e Geografia no liceu Bugeau, em Argel. Em 1955 retorna a Paris.
Seu manuscrito Os países sub-desenvolvidos, após muitos anos de recusas, foi editado pela PUF dentro da coleção "Que Sais-je" e logo se tornou um dos best-sellers da editora. Essa obra foi traduzida (traduções oficiais e não-oficiais) para mais de trinta línguas. Publicou, em 1965, pela mesma editora, A geografia do sub-desenvolvimento. Em 1968, foi renomeado professor-assistente da nova Universidade de Vincennes (Paris VIII).
Lançou no início de 1970 a revista Hérodote, que nos trinta anos seguintes procurou revelar a face oculta da Geografia, isto é, seu caráter político. Em 1970, o debate da existência da revista Heródote contaminou sociólogos, historiadores e geógrafos e surgiu pela primeira vez a questão: "A quem serve a geografia?". Em junho de 1972, em plena Guerra do Vietnã, Yves Lacoste publicou no Le Monde um importante artigo sobre a geomorfologia das planícies aluviais de Hanói e, após um visita ao Vietnã do Norte em agosto de 1972, ele trouxe à luz a estratégica americana de bombardeio dos diques vietnamitas. O artigo que ele publicou no Le Monde a 15 de agosto de 1972 teve grande repercussão na opinião pública americana. O bombardeio dos diques cessará pouco depois.
Em março de 1976, Lacoste escreveu o livro A geografia serve, antes de mais nada, para fazer a guerra, título que, numa edição posterior, foi mudado pelo autor para A geografia - isso serve, em primeiro lugar, para fazer a guerra. A mudança foi feita para evitar que os leitores pensassem que, na visão do autor, a geografia serve somente para a elaboração de estratégias militares, quando seu objetivo era apenas dizer que essa é a função mais antiga da geografia científica. De todo modo, essa foi uma das obras pioneiras da geografia crítica ou radical, tendo exercido grande influência na academia e no ensino. A partir dos anos 1980, Yves Lacoste e os membros da revista Heródote se dedicaram aos problemas de geopolítica interna e externa, em escala regional, nacional, continental e internacional.
Embora tenha sido militante comunista, a geografia de Lacoste manteve relações ambíguas com a teoria e o método marxistas. De um lado, esse autor advertia quanto aos riscos que a incorporação do marxismo à geografia poderia trazer, na medida em que, não havendo uma preocupação de Marx em teorizar os fenômenos relacionados ao espaço, disso poderia resultar a incapacidade da geografia explicar tais fenômenos de forma autônoma, já que toda explicação derivaria necessariamente da teoria econômica marxista ou do estudo histórico[2]. De outro lado, é bastante nítida a influência de ideias e categorias marxistas sobre sua obra, como o conceito de ideologia como “falsa consciência”, seus comentários sobre a crise do capitalismo e a proposta explícita de associar o resgate dos estudos geopolíticos a uma “pedagogia militante”. Assim, pode-se concluir que Lacoste se inspirava fortemente no marxismo em sua visão crítica da sociedade capitalista e nas suas concepções sobre o vínculo entre ciência, política e ética profissional, mas procurava valorizar a autonomia epistemológica do estudo do espaço pelo refinamento dos métodos utilizados pela geografia tradicional. Vê-se isso, por exemplo, em suas críticas ao conceito lablacheano de região e em suas reflexões sobre as escalas geográficas de análise[3]. Em suma, a visão desse autor era que, se não poderia haver uma geografia marxista propriamente dita, haveria uma complementaridade entre teorias marxistas e pesquisas geográficas, já que o espaço constituiria o “domínio estratégico por excelência”, influindo decisivamente nas lutas políticas[4].

segunda-feira, 7 de março de 2011

Vida devolva minhas fantasias .

Meus sonhos de viver a vida . devolva meu ar . Sem teu carinho meu mundo fica taum vazio. meus dia quentes estao tao frios e as noites me trazem a dor desse amor.r'

Aprenda a viver | e seeja feliz'

Pense. Respire. Sorria. Chore. Grite. Sinta raiva. Perdoe. Sonhe, mas sonhe alto, não tenha medo. Ame, mas ame muito, sem medo de não ser correspondido. Erre. Aprenda. Cante sem se importar se sua voz é bonita ou feia. Dance, mesmo se não sabe dançar. Tente, mesmo se nunca fez. Faça amigos. Dê muita risada, alegre-se. Assista um filme de amor e se emocione. Aproveite, abrace quem você gosta e não sinta vergonha de dizer o quanto aquela pessoa é importante para você. E quando tudo parecer não dar certo, CONFIE. Você tem alguém que conhece seus anseios, alguém que está disposto a fazer tudo por você, você tem um Deus, então viva e esqueça os medos e toda a dor .

domingo, 6 de março de 2011

MICO:

Quem nunca pagou um mico na sua vida ? Poiiz é eu já e muitaz vezes e daqeles tipaçin.:> a gente fica com a cara no chão ? È muuuita sakanagem mesmo neeéh.! Ah depoiz eu te conto ookey!

Coragem ...'

È a vida quem nao tem coragem nao arrisca. Que talz um passeio em pleno ar livre ? SEM PARA QEUDAS né ? Quem topa? pra falar verdade eu não . eu nao quero morrer agora . oxi.kkk'. Maiiz voltando ao assunto; Arriscar e se divertir com coisas boas . Que tal tocar a pampanhia alheia ? kk', Agora siim eu faço o dia todo' . Vamos lá galera (Y) ? Quem vai ? Calados que vamos nos separar ok ! DIN DON | Correeeeeeeeeeem .eu já toquei . :S

Meuus amigoz' :Q

Ai. sem elles minha vida não seriam a que eu tenho hoje. elles me dão uma grande empurradinha quando estou para tráiisz. e tipaçin eu amo td'z elles pra caramba ajudo SEMPRE , contam comigo pra caramba . saakaz ? || E elles saão dahors meu. Kkk'm. ///////////;) Amigos vamooz dá um rolé noo CENTRO ? kkk'. "vamos sim" eé a resposta delles e vamos aprontar ... Cada um com seu sonho maiiz espero qe isso nao nos separe *----*...

So voc me complt.

Az horaz passam devagar. a noite me diz que vc nao vai voltar. os moveiz saem do lugar. eu corro o mundo e naum konsigo te alkançar. .. Sem vc meu radio fica mudo minha TV fica sem som, meu violão fica sem cor. Sem vc meu corpo não reflete maiiz no espelho a minha casa cai. 100VC eu perco o Cãao' . !:S Tatá.s2